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O Grande Gatsby

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Imagine o poder como algo que lhe escorre pelos dedos, frio e suave.

Imagine todo o controle do mundo preso por um único e frágil fio.

Imagine-se por um segundo como Deus.

Gatsby sonhou que poderia manter em cada mão o poder e o amor, controlando- os de forma colaborativa, equilibrada, como duas ogivas nucleares instáveis. Então o que pode acontecer quando você doma cavalos indomáveis? Qual o seu limite em manter a força que os guiam?

É um filme cativante e perturbador, de uma beleza terrivelmente monstruosa, de como o desejo e a realidade caminham paralelos e nunca se tocam e sonhar é a única forma de criar uma junção entre dois mundos tão distintos e sombrios.

Vale à pena assistir!

Sinopse

Nick Carraway (Tobey Maguire) tinha um grande fascínio por seu vizinho, o misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma festa incrível, o relacionamento de ambos torna-se uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, esquecendo o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado Tom Buchanan (Joel Edgerton). Agora, o conflito está armado e as consequências serão trágicas.

Django Livre (2012)

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Sempre gostei dos filmes do Tarantino. Primeiro, porque ele, como também Mel Gibson, não poupa na violência. No entanto, Tarantino faz a coisa ficar divertida, porque sabe construir um roteiro fora da realidade de tudo que podemos imaginar. É pra isso que é feito o cinema, não é mesmo?

E depois de quase um século sem assistir um bom faroeste (bem abrasileirada essa expressão americana) consigo ver reunidos fatores que me deixaram apaixonado por  “Django Livre”.

Primeiro, a reunião dos meus atores preferidos deixou tudo melhor. Estrelado por Jamie Foxx, Christoph Waltz e Samuel L. Jackson, fez a perfeita harmonia, pouco ofuscada pela atuação medíocre de Leonardo DiCaprio, mas reforçada pela sempre esperada presença de Quentin Tarantino, que de longe foi o protagonista da cena mais chocante do filme e redeu inúmeras das minhas gargalhadas.

Não posso deixar de comentar a trilha sonora. Conseguir unir musica italiana, hip hop e os clássicos do Far West americano num único filme, e não pecar, é algo a se creditar.

Para os fãs de “Um Drinque No Inferno”, “Kill Bill”, “Pulp Fiction”, “Bastardos Inglórios” e toda a loucura de QT, assita o mais rápido possível “Django Unchained”. E não se esqueça, é “Django”, com “D” mudo.

Sinopse

Django (Jamie Foxx) é um escravo liberto cujo passado brutal com seus antigos proprietários leva-o ao encontro do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Schultz está em busca dos irmãos assassinos Brittle, e somente Django pode levá-lo a eles. O pouco ortodoxo Schultz compra Django com a promessa de libertá-lo quando tiver capturado os irmãos Brittle, vivos ou mortos.

Ao realizar seu plano, Schultz libera Django, embora os dois homens decidam continuar juntos. Desta vez, Schultz busca os criminosos mais perigosos do sul dos Estados Unidos com a ajuda de Django. Dotado de um notável talento de caçador, Django tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, há muitos anos.

A busca de Django e Schultz leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o dono de “Candyland”, uma plantação famosa pelo treinador Ace Woody, que treina os escravos locais para a luta. Ao explorarem o local com identidades falsas, Django e Schultz chamam a atenção de Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Candie. Os movimentos dos dois começam a ser traçados, e logo uma perigosa organização fecha o cerco em torno de ambos. Para Django e Schultz conseguirem escapar com Broomhilda, eles terão que escolher entre independência e solidariedade, sacrifício e sobrevivência.