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Eu Tenho De Admitir…

coisas do blog 01

Certas verdades são fortes demais para serem omitidas.

Por isso preciso admitir, certas coisas não foram feitas para viver escondidas. Um sorriso oprimido, uma saudade petrificada, lembranças esquecidas, beijos frios…

Admita, você se sente assim também? Desejoso de algumas regalias pessoais? Morto de vontade de falar o que sente e não poder porque algo lhe prende dentro do coração?

Viva a sua verdade.

Não sucumba a dietas da alma, nem a vontade alheia.

Eu já vivi muita coisa até aqui, mas não me lembro ter vivido algo que realmente tenha me feito completamente feliz, porque foram tão poucas e escassas que não preencheram aquele vazio que a opressão cava dentro de nós. Então vá mais alem.

Sugiro um picnic no quintal, tome banho de chuva, burle a dieta, fiquei mais quinze minutos enrolando na cama, coma pizza fria no café da manhã, ande de calcinha e pantufas pela casa, passe o dia na cama namorando o Ted. Masturbe-se sem vergonha do seu corpo. Ligue para aquele idiota e pergunte se ele esta afim de tomar sorvete e depois transar. Viaje para algum lugar sozinho. Viva uma pequena (grande) aventura. Quebre-se, porque ninguém é de ferro!

Afinal, eu tenho de admitir, algumas verdades são melhores que outras!

Eu tenho de admitir (1) Eu tenho de admitir (2) Eu tenho de admitir (4) Eu tenho de admitir (5) Eu tenho de admitir (6) Eu tenho de admitir (7) Eu tenho de admitir (8) tenho de admitir (9) tenho de admitir (10)

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Ensaio Fotográfico – Veronica Vasconcelos

Semanas atrás resolvi fazer finalmente o ensaio fotográfico de uma amiga ( depois de tanto enrolá-la). Claro que foi tudo bom aproveitado, cheguei algumas horas antes No Parque Sombra da Tarde, aqui na cidade, e relaxei todas as tensões de uma pessoa desempregada e sem compromisso com horários. O dia foi ótimo e nós divertimos muito com toda a parte de fotos e produção. Na realidade, não sou um fotografo profissional, mas fiz o máximo que pude com a minha criatividade e a câmera semi-profissional, fiel colega em todas as horas.

Espero que gostem tanto quanto eu gostei de tira-las.

 

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O Trapezista do Amanhecer

corda bamba

Hoje quando acordei, antes mesmo de pensar, “o que farei hoje?”, tive meu momento de breve reflexão sobre a vida no seu contexto maior e aquela conclusão de que as coisas são mais loucas que imaginamos veio como um soco no estomago.

Num instante estamos rindo, noutro chorando amargamente a perda de alguém que tanto nos fez bem somente pelo fato de existir de uma forma totalmente diferente do que qualquer outra pessoa conseguiria em inúmeras vidas. Alguém que sempre teve o cuidado laborioso de nos fazer rir, roubando risos com encantadoras firulas. Um verdadeiro palhaço.

É difícil perder alguém e me pego pensando quando chegar o dia que as pessoas começarem a partir sem disser adeus! Eu as perdoaria caso isso viesse acontecer, eu as condenaria por deixar-me sem ao menos disser que um dia nos encontraríamos para outra rodada de baboseiras e cantigas desafinadas? Ou talvez me condenasse por não ter dito a tempo que eu a amava muito e tudo seria mais difícil sem ela por perto para me disser o que fazer quando o dia nascesse nublado e sombrio?

Enquanto ainda estava sentado, com o rosto amarrotado pela noite mal dormida eu me perguntei quão difícil seria aprender a viver sem alguém que amo. Condenei-me por amar tantas pessoas e respirei fundo o ar frio da manhã que infiltrava pela fresta da janela.

Às vezes pode ser duro segurar as pontas, ser forte quando perdemos quem amamos. Mas sempre tenha outra pessoa para amar também e segurar sua mão quando a corda bamba balançar e você sentir que o chão esta próximo e a queda é concreta.

O amor nunca morre.