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Deus No Banco Dos Réus (2008)

deus no banco dos reus

Que sentido há no sofrimento? Que motivos racionais e justos podemos assimilar a esse sofrimento?

Na mais simples das perguntas: qual é motivo de passarmos por tudo que passamos?

Milhões de crianças morrem todos os anos na áfrica por fome, AIDS e guerra. Que culpa elas carregam? Seria justo atormentar os filhos pelos pecados dos pais? Uma mulher pode ter selado todo o futuro da humanidade e, por mais puro e sincero seja o meu coração, ainda assim, eu sou pecador pelo único fato der ser humano? Deus é justo ou tem parte dos erros nesse processo?

Se pudéssemos criar um tribunal onde deixássemos de lado nossas crenças e temores, assim, pelo único motivo de nos ater aos fatos, seria possível entender como nosso vinculo “criatura/Criador” realmente nos guia pelos séculos, sondando as nossas e as vontades desse Criador, num contexto onde veremos como isso nos beneficiou e quais foram os pontos em que tudo deu errado, quando o trato fora quebrado e por quais motivos isso veio acontecer? Poderíamos assim encontrar o réu desse processo e julga-lo?

“Deus no banco dos réus” é uma historia mítica fundada nas perguntas que habitam o nosso interior mais profundo. Por que humanamente, duvida e o questionamento são duas das primícias humanas. Divino ou não, a verdade é maior que qualquer Deus e precisamos conhecê-la a todo custo, mesmo que a moeda de troca seja as nossas almas.

Garanto que antes do termino, a sua opinião terá se reforçado de alguma forma com essa obra prima do dialogo filosófico.

Será Deus culpado por quebrar o seu pacto com a raça humana?

Sinopse

Traz a lenda de que prisioneiros judeus em Auschwitz fizeram um julgamento no qual Deus é o réu e o seu crime é de não ter mantido o seu pacto com eles. Um físico, um fabricante de luvas, rabinos, um professor de direito e pelo menos um criminoso, além de outros, analisam a história bíblica e a real e, também as suas experiências pessoais tentando chegar a um consenso: Deus é inocente ou culpado?

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Forrest Gump, O Contador De Histórias (1994)

ForrestGump

Já faz algum tempo a ultima vez em que pude me sentar na sala, ligar a TV e assistir um dos clássicos da “Sessão da Tarde”, mas consigo me lembrar de um dos preferidos. “Forrest Gump, o Contador de historia”.

Realmente não me recordava muito do filme. São duas horas que para uma criança é visto como uma divertida comedia, a historia de um homem idiota e suas aventuras inacreditáveis. No entanto é incrível como um filme visto em épocas diferentes pode ter um efeito diferente. Foi o que aconteceu comigo.

Foi como assistir algo novo, inédito e esquecer o final, como acaba ou continua. Realmente emocionante.

Tom Hanks nós emociona no mais desafiador papel de sua vida, transmitir inúmeras emoções sobre o véu sempre constante de Forrest. Alem dos atores que viriam ser grandes atros do cinema na atualidade, se destacando em papeis lindo durante o “Contador de Historias” como Haley Joel Osment ,Robin Wright Penn e Gary Sinise. Realmente, os inúmeros oscars e prêmios por essa obra prima foram merecidos.

Hoje, caso encontrasse com meu “eu” infantil eu diria a ele: “idiota é aquele que faz idiotice!”.

Sinopse

Quarenta anos da história dos Estados Unidos, vistos pelos olhos de Forrest Gump (Tom Hanks), um rapaz com QI abaixo da média que, por obra do acaso, consegue participar de momentos cruciais, como a Guerra do Vietnã e Watergate.