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…Enquanto Ainda Dá Tempo!

tente

Vou lhe falar sobre como enfrentar a vida.

Porque falar sobre isso? Ora, é preciso! Estamos nesta de não aceitar mais desafios. Dizemos que “não conseguimos” sem ao menos tentar. Esquivamo-nos das oportunidades preciosas de aprender, crescer e se tornar uma versão mais forte e feliz do que éramos. Acho – mesmo que seja o que anda acontecendo – você não vivera uma vida sendo sempre a infértil e pequena semente.

Descubra-se. Sofra. Chore. Cresça.

Às vezes posso parecer enérgico demais com as pessoas, principalmente as que amo, mas não admito que sejam sempre fracas e desprezíveis, potênciosamente grandes, aprisionadas por uma casca seca. Precisando sempre que alguém faça algo por elas. Pessoas que nunca deixaram o ninho pelo medo da queda. Pelo comodismo seguro.

Mas digo-lhes: a vida cobra ao longo algo que só perceberemos no final. Quando estivermos repassando nossas vidas e procurando as conquistas – que não tivemos-, nos sentiremos miseráveis e infelizes porque não fizemos nada para mudar. A nossa e a vida do próximo.

Não amamos por que sofreríamos. Não viajamos pelo medo da estrada. Não voamos por receio de cair. Não sorrimos porque haveria invejosos demais. Não corremos para não tropeçar. Não sonhamos porque alguém os roubaria de nós.

Só existimos. E por isso acho que poucas pessoas um dia morrerão, porque só morre quem um dia viveu.

Quando Tudo Der Errado…

puta merda

Gosto dessas series de comédia com risadas no fundo.

Tipo, se algo de engraçado acontece, surge o gargalhado do além. Se alguém se ferra, mais risadinhas convulsivas. Então no final tudo é motivo de alegria nesse mundo fictício!

Sempre enxerguei isso como uma metáfora bem elaborada para os desafios da vida. Porque enquanto Nietzsche Ficava remoendo suas amarguras na condição humana aos sons de violinos chorosos, Chaplin Vivia a filosofia de uma vida agradavelmente cômica. Afinal de contas, tragédias temos de sobra. Da pra fazer um bolo, construir um prédio, fazer adubo, enfim, usá-la de milhões de formas, mas nunca a usamos pra crescer. Então Ria da desgraça, própria e alheia. Um sorriso pode exorcizar o medo e a tristeza!

A tragédia é nossa forma obrigatória de evoluir, e porque não rir da desgraça e ouvir bem lá no fundo o coro cômico da plateia! Você é o ator, os aplausos são seus, trágico ou engraçado!

Então sugiro você fazer caso de tudo. Nem me lembro bem quando foi a ultima vez que levei algo a serio, e que me perdoe Nietzsche (Nome complicado de escrever, Deus!), “Não aceito que a condição humana seja a de sofrer!”. A não ser que a dor seja na barriga de tanto rir!

Uma ultima frase (ridícula): “Se a vida virar as costas pra você passe a mão na bunda dela!”

hauahuahuahauahuahauahauhauahuahua